Não há dúvida de que uma das características que indiciam o progresso educativo, relaciona-se com a resposta educativa que é disponibilizada a um número crescente de alunos com características diversas e que representam um grande desafio às escolas que os atendem.
O acesso à educação em estabelecimentos de ensino regular por parte de alunos com limitações acentuadas tem vindo a tornar-se uma realidade nacional. O movimento de reestruturação das escolas com vista a um atendimento mais eficaz das crianças que necessitam de apoio educativo complementar e de serviços complementares apropriados, parece deixar o campo da utopia e começa a entrar no campo da realidade. De acordo com o sítio do Ministério da Educação e Ciência, as principais prioridades de política educativa do XVIII Governo Constitucional assumem o papel central de educação e da qualificação dos portugueses na coesão social, no crescimento económico e na modernização do país. Promovem a igualdade de oportunidades no acesso à educação e ao conhecimento e o progresso do sistema educativo português, de modo a assegurar a todos uma educação de qualidade.
Mas será que é mesmo assim? Não será a inclusão apenas uma imagem de marca dos sucessivos governos?Estarão as escolas devidamente preparadas para acolher jovens com necessidades especiais? Estarão os professores devidamente sensibilizados para a necessidade de mudança?
Este blog pretende ser um espaço de reflexão e partilha de ideias de ajuda à construção de uma escola de todos para todos.
Assegurar a todos a igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola, sem qualquer tipo de discriminação, é um princípio bem intencionado.
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